domingo, 13 de fevereiro de 2011

Estela V: Leve com você...

Ao se ganhar as tão sonhadas asas, não basta rebê-las. É preciso aprender a voar, tarefa essa nada fácil para quem antes só usava pés para se locomover. Quando se lança num vôo, ainda sem saber voar, corre-se o risco de cair. E ao cair...ahhhh o cair...dói, machuca, as vezes faz marcas quase irreparáveis ou de fato irreparáveis. E mesmo depois de bater as asas sem medo e se lançar num vôo rasante, não se deixa de cair mesmo que seja por distração quando se olha pro lado. E não adianta: quando achamos que está tudo tranqüilo, lá vai mais um tombo. Cansada de cair, mas com certeza sem deixar de bater as asas, acordei e por acaso (talvez não tão por acaso assim) me deu uma vontade louca de ouvir uma música. Vou ao encontro dela, e tenho vontade bater as asas mais forte, apesar do cansaço já mencionado outrora por Álvaro de Campos...



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Agora com selo de Qualidade...



Mês passado, ganhei um selo de qualidade pro meu blog do 'Querido Jeef' do Blog http://aoseunivel.blogspot.com/
Para receber este selo, é necessário que se cumpram algumas diretrizes (regras). São elas: passar o selo para alguns blogs e avisá-los, depois, responder as perguntas abaixo:

Nome: Flavia Roberta
Uma música:Puta merda, gosto de tantas, mas na minha cabeça veio duas que ouvi hoje e gosto bastante: Trust in me da Janis e Ainda Lembro da Marisa
Humor: Sarcástico
Uma cor: Lilás
Uma estação: de metrô??? huahua... Inverno
Como prefere viajar: Sentado de preferência, cansa menos!
Um seriado: Friends
Frase ou palavras mais ditas por você: "Eu só me fodo"
O que achou do selo: Legal, uma forma de conhecer outros blogs

Blogs para quais irei repassar o selo:

É isso
=**

sábado, 22 de janeiro de 2011

Regina Casé e o Esquenta...

Quem me conhece sabe mesmo que eu gosto SIM de ver uma televisão (quem não sabia, agora vai saber), uma novelinha, aquele vuco vuco de personagens, uma trama, uma minissérie, um ‘programinha’ aqui outro ali. Não, não tenho vergonha de assumir! Também não vou aqui dizer que é certo ou errado quem não faz isso, afinal cada um faz o que quer da sua vida, não é mesmo? Não cabe a mim fazer nenhum juízo de valor.
Acredito que poder escolher é uma vantagem diante de todas as diversidades que existem na nossa sociedade. É claro, acredito ter um mínimo possível de discernimento dentro daquilo que pra mim é bom ou ruim e aí, vou escolhendo, experimentando e ‘tali coisa e coisa e tali’. Porém, nos últimos domingos tenho visto um programa numa TV aberta, comandado pela Regina Casé o qual atende pelo nome de “ESQUENTA”, que tem me deixado pensando em algumas coisas. O programa é um misto de coisas, mas pra quem ainda não viu, vou tentar fazer uma breve descrição.
O programa conta com algumas pessoas ‘fixas’ que colaboram na condução do programa além da Regina (óbviu), com um figurino sempre muito característico. Num palco ficam Arlindo Cruz (sambista e compositor) e Leandro Sapucahy (músico, produtor, cantor). Perambulando pelo cenário o ator Douglas Silva – O Acerola – faz intervenções super engraçadas se misturando sempre aos convidados. Em determinados momentos um grupo da favela Cantagalo sai dançando parecendo ter uma mola no corpo (coisa louca). Sorriso, aquele gari famoso da Sapucaí, juntamente com outros que pelo visto, são também garis, ficam num espaço dançando sempre. Uma espécie de “Ala Infantil’ fica lá sempre dançando (e pelo amor de deus, que molas). E aí, a Regina recebe convidados – estes levam pessoas de sua família que vai se misturando no programa – que são atores, músicos, cantores, profissionais de alguma área, e aí falam de preconceito sobre cor, gênero, entre outras coisas. ENFIM, UMA MISTURA INCRÍVEL.
Mas o que me deixa mexida no programa é a FORMA...exatamente isso, a forma como a Regina fala de cada convidado. Não é apenas ler a ficha com dados saídos de alguém que escreveu um texto que deve ser lido em um programa qualquer, é tudo tão carregado de sentimento, eo pessoal vai contando coisas pessoais da apresentadora, coisas vividas junto com ela e todo mundo parece ser de fato AMIGOS de verdade de Regina. E aquelas histórias vêm da vida real de alguém e vai se misturando com o programa e vai ficando engraçado e divertido de ver, alguém compartilhando seus afetos na TV (eu até posso estar enganada, mas pra mim é tudo muito real).
É claro, tem gente que não curte ‘um pagode’ e pode achar uma grande besteira tudo que eu estou comentando neste texto, pode odiar funk, pode não gostar de nada disso que aperece lá (no programa), dessa mistura e achar tudo feio e ridículo, nem mesmo pode gostar de afeto, mas não tem como negar que é um programa onde a diversidade cultural está presente de todas as formas. O Brasil é isso também, e embora muita gente ache que tudo aqui acabe em pizza e em bunda (e às vezes acaba mesmo) eu gosto é do DIVERSO. Eu andava numa pindaíba de ‘emoção’, até estava me sentindo ‘ressecada pelo tempo e por alguns fatos’ e percebi que ‘ainda tem jeito’ vendo aquilo que pra mim é real, em algumas falas e abraços. Não dá pra negar, diversidade é TUDO seja onde for, em qual região for e de que forma for! Outra coisa que não dá pra negar: cada um tem seu ‘insight’ seja também onde for e vendo o programa que for!
“Reginaaaaaa, vou te falar: me leva pro ESQUENTAAAAAAA!!!!!!!!!!”


=***

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Eu, eu mesmo, e o 'fim?'...


(...)Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar


Música: O Anjo Mais Velho
O Teatro Mágico
Composição: Fernando Anitelli

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Eu e o Natal...



E assim é chegada a hora de mais um Natal...
Dessa vez me antecipei ‘nas compras’ e foi legal pensar em presentes pras pessoas que eu gosto e fazem diferença na minha vida.
Tudo bem, eu sei que o Natal não é só consumir e PÁPÁPÁ, mas é a única parte que eu gosto mesmo, pronto falei!
Eu gosto é da TROCA
Na TROCA a gente se mostra como é também.
É importante TROCAR!
Ora, se eu comprei presentes pra poucas pessoas, tá aí a parte do AFETO!
É claro, não estou com todos que me afetam e isso provavelmente não seria possível, é um afeto aqui, outro ali, outro lá longe, outro mais lá longe ainda...Mas é assim...
A parte que me incomoda no Natal é o fato de todo mundo ficar “mais legal”, “mais bacana”, “mais feliz”,“mais amigo”, enfim, todo mundo fica “mais” aquilo que não é.
É uma pena eu não ficar “mais burra” e “mais cega” pra não ter que ver tudo isso.
Aquele beijo eterno pra pessoa que fez os meus Natais mais felizes!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Clarice, tu tens me acompanhado...



..."Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo."

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Leminski do dia...

Eu sempre ando atrasada no tempo, atrasada mesmo: perco a hora das coisas, o aniversário das pessoas, perco informações, momentos, entre outras coisas que por escolha própria, prefiro sempre 'estar por fora' (mesmo estando dentro). Foi assim também com o orkut, me irritava as pessoas ficar só falando daquilo e então, depois de um ou dois anos da 'moda orkut', fiz um perfil. Com o facebook não poderia ser diferente: esperei sair 'da moda', mas mesmo assim, agora nos últimos dias, acabei me rendendo a ele. Tem umas coisas interessantes lá além de ficar sabendo o que as pessoas publicam (as pessoas publicam coisas legais as vezes). Foi então que num daqueles Quizz -Leminski do dia - ele mesmo, com aquela imagem engraçada, veio e me disse isto:


...
você está tão longe
que às vezes penso
que nem existo
nem fale em amor
que amor é isto
...


Pô Leminski, justo hoje isso?
Você é demais!
=D

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Só quero cantar isso agora...


Não se admire se um dia
Um beija-flor invadir
A porta da tua casa
Te der um beijo e partir
Fui eu que mandei o beijo
Que é pra matar meu desejo
Faz tempo que eu não te vejo
Ai que saudade de ocê


Se um dia ocê se lembrar
Escreva uma carta pra mim
Bote logo no correio
Com frases dizendo assim
Faz tempo que eu não te vejo
Quero matar meu desejo
Te mando um monte de beijo
Ai que saudade sem fim


E se quiser recordar
Aquele nosso namoro
Quando eu ia viajar
Você caía no choro
Eu chorando pela estrada
Mas o que eu posso fazer
Trabalhar é minha sina
Eu gosto mesmo é de ocê


Música: Ai Que Saudade D'Ocê
Intérprete que eu gosto: Geraldo Azevedo
Composição: Vital Farias
Motivo da postagem: saudade...
Foto: meu pé rumo à Floripa - Nov/2009

domingo, 17 de outubro de 2010

Trocando e muito...

Passado alguns dias após o EREP (Encontro Regional de Estudantes de Psicologia), pensei que fosse a hora de externar em forma de texto as minhas vivências neste XIX EREP SUL – “Trocas e Possibilidades: Dá de ver se fica Ação”.
Hoje de manhã acordei com uma ligação super eufórica e gostosa de alguém querendo trocar e trocar sobre as vivências Erepianas recentes: sim, era o Abelha! E conversamos, e interligamos, e fomos e voltamos, desconstruímos e remontamos e por fim trocamos e vimos diversas possibilidades.
Esse foi meu quinto EREP e nunca antes na história deste país (um trocadálhozinho) eu saí tão bem e com menos ‘Depressão Pós Erep’. Mas não foi por menos vivências, ou menos afetações, talvez foi por esse tema ter me possibilitado trocar e ver que sempre é e será possível continuar trocando. Pra mim, não é mais possível separar Corep, Erep’s e relações de amizade e eu mesma nem queria aprender a fazer essa dicotomia.
Desde meu primeiro EREP venho encontrando pessoas e fortalecendo essas redes construídas sem impedir que outras pessoas se agregassem a essa rede social. Talvez em nenhum Erep anterior tive tão nua quanto esse, estava nua e vazia o que me possibilitou pintar-me de qualquer cor e encher-me de qualquer “coisa”.
Dessa vez não teve chuva de flores amarelas ou de temporal de raios e trovões, mas teve um imenso sol que aqueceu o evento todo e todas as pessoas, mesmo aquelas que em momentos estiveram mais distantes ou aquelas que nunca se ausentaram.
Participei dos TED’s (Trocas e Encontro de Diversidades: atividades equivalentes à mesas redondas), participei também dos EROS (oficinas), de ELFOS e de conversas informais e vi quanto legítimo é esse espaço de troca. Nunca tive dúvida de que o EREP era isso e pra quem ainda não consegue compreender esse espaço diverso, ou que não consegue fazer uma ligação de como isso vai colaborar para a prática profissional, ou vai ser útil de fato, pense da seguinte forma: viver trocando e possibilitando, num mundo além do EREP, é possível sim!
Ver as diversas coisas que acontecem no EREP e respeitar mesmo não concordando, desformar conceitos cristalizados, ver outras formas de fazer e ser, é fundamental pra uma prática profissional em Psicologia.
Vivemos num mundo onde as regras e normas sociais tendem a modular, rotular e colocar cada um num espaço, num nome, numa caixa, seja na escola, na universidade, nos espaços onde trabalhamos e resistir, ou ver que somente isso não é suficiente é maravilhoso e o EREP sempre me propiciou isso, porque junto com outros diversos eu também construí isso.
Ter somente consciência disso não basta! É preciso ter ações, e creio (ao menos venho tentando) que minha prática profissional tem sido pautada muito nessas coisas construídas não somente, mas também em EREP’s – em especial eu afirmo!
Queridos que lerem esse texto ou que não lerão mas estiveram presentes nessa construção coletiva que foi esse EREP: sigamos trocando, vendo diverso e vide verso, se afetando com as pessoas, "as coisas todas" desse mundo, afinal é assim que a gente consegue construir um espaço “mais bacana de se viver” pra nós mesmos, quiçá para outros também.


Segue num post abaixo o texto que escrevi para o primeiro TED, o qual fui uma dos três fomentadores deste espaço.

Bjux...Flavinha

Texto escrito ao som de Bob Marley

XIX EREP SUL - TED 1: Para além da Ilha, há o Encontro, ou: Das trocas possíveis...

Esta postagem está totalmente interligada com a postagem mais acima neste blog intitulada de "Trocando e Muito" e se refere ao texto que escrevi para o primeiro TED que abriu as discussões do XIX EREP SUL - Encontro Regional de Estudantes de Psicologia - Sul, que aconteceu de 9 a 12 de outubro, em Floripa, na UFSC sob o tema: Trocas e Possibilidades: Dá de ver se fica Ação .
O TED é uma atividade equivalente as mesas redondas dos eventos 'convencionais' e significou neste evento 'Trocas e Encontros de Diversidades'.
Tal TED tinha como nome: “Para além da Ilha, há o Encontro, ou: Das trocas possíveis” e foram fomentadores deste TED, Eu (Flavinha) e mais dois professores universitários, o Fábio Dal Molin e a Denise.
Segue então abaixo o texto que fiquei de compartilhar com algumas pessoas:



Quando recebi o convite para ser fomentadora deste TED (Trocas e Encontro de Diversidades) fiquei imensamente feliz, mesmo que no momento do convite, este não vinha com descrição de tema nem data e horário, era apenas um convite durante uma TROCA de momentos, emoções, tudo muito coletivo, num feriado de independência.
Posteriormente quando recebi formalmente o convite, com toda a descrição necessária para a construção dessa fala, li o nome todo deste TED e comecei a pensar em que falar ou como falar das coisas que o Coletivo Regional de Estudantes de Psicologia da Região Sul tinha necessidade de ouvir após o longo caminho percorrido até a construção deste evento: XIX Encontro Regional de Estudantes de Psicologia da Região Sul (EREP-Sul).
Iniciei pensando no nome do TED partindo do princípio da representação que este título me trazia, interligando o nome geral do evento: “Trocas e Possibilidades: Dá de ver se fica Ação”.
Quando participei do meu primeiro EREP ainda como estudante em formação na graduação, fazendo parte também da construção coletiva do mesmo, no ano de 2005, cujo o tema era “Interligando Experiências”, a idéia principal do grupo naquele momento nada mais era do que “TROCAR EXPERIÊNCIAS E PENSAR EM NOVAS POSSIBILIDADES” mesmo sem saber que experiências seriam essas e que possibilidades iríamos ver, perceber, encontrar ou desejar desde então.
Hoje, passados quase cinco anos, estamos aqui (eu e vocês) edificando mais uma vez coletivamente nesse espaço, conhecimentos que após o termino do evento irão para “ALÉM DA ILHA”.
Segundo Maturana (um Chileno que prega a ‘Biologia do Amar e do conhecer para a formação humana) ‘os seres vivos são entes dinâmicos autônomos em contínua transformação em coerência com suas circunstâncias de vida. Para ele tudo o que é humano se constitui através da conversa’. Conversar é TROCAR informações entre duas ou mais pessoas. E TROCAR é partilhar, compartilhar, participar de, é a transação entre duas ou mais partes.
Pois bem, é na troca que encontramos POSSIBILIDADES e tais possibilidades é “aquilo que pode acontecer”, ‘é a capacidade ou ato de fazer algo’. Este EREP é uma possibilidade diante das inúmeras outras que se encontra durante a graduação, onde estudantes de Psicologia podem por conta própria se inserir e construir através das conversações e das trocas coletivas um espaço onde sempre está presente a diversidade.
A DIVERSIDADE é existência de diferentes formas, é a variedade e convivência de idéias, são características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ambiente, ou ser vivo.
O ser humano é gregário desde sua existência e isso se deu inclusive para a própria perpetuação da espécie humana. Embora muitas vezes necessitamos de momentos isolados, na nossa própria ilha repleta de subjetividades, é nas relações (nas trocas) que o indivíduo se constitui. É nos encontros relacionais que aprendemos, criamos e recriamos as possibilidades.
Ainda recorrendo a Maturana, são as emoções que definem o espaço relacional no qual ocorrem as nossas ações. É por isso que ele transforma os substantivos linguagem e emoção em verbos: o linguagear e o emocionar. Sendo assim o conversar é um fluir na convivência, no entrelaçamento do linguagear e do emocionar.
As emoções são fundamentais na evolução de todos os seres vivos, pois definem como será os seus fazeres. O emocionar – o fluxo das emoções – vai definir o lugar em que vão acontecer as coisas que fazemos na nossa convivência. Isso se dá desde as nossas primeiras relações estabelecidas, aquelas que ocorrem dentro de nossas famílias (pensando aqui família como um conceito amplo e não somente família nuclear: pai, mãe e filhos) até as relações que vamos estabelecendo dia a dia na fase adulta, incluindo aquelas que estabelecemos no meio acadêmico.
Quando escolhemos uma profissão e ingressamos na academia, encontramos um aparato institucional montado, com algumas regras e conceitos cristalizados. A formação em si, se dá através das trocas coletivas, entre o aluno, o professor e a instituição, além de outros espaços que o aluno vai vivenciar durante este processo.
A formação do psicólogo vai possibilitar o estudo do comportamento humano, seja com ele mesmo ou com o meio em que eles está inserido, compreendo os processos mentais e as relações que este estabelece, tudo isso a partir de várias teorias, autores, formas e conteúdos. O aluno não deverá, portanto estar inerte a esse processo: é preciso movimento.
Sendo assim proponho para os grupos que serão formados, os seguintes disparadores para as trocas:

O EREP é um espaço legítimo de troca?
E ainda: como essa vivência pode contribuir para a formação profissional?
Como vocês, a instituição que vocês estão inseridos e os professores estão se relacionando no cotidiano deste processo de formação?
Vocês estão afetados por essa discussão?
Que encontro é esse, que trocas serão possíveis e o que levaremos para além da ilha?